

A AMI quere neste dia fazer um chamamento à mocidade galega a que saia à rua para reivindicar o nosso direito a viver fora deste sistema opressor, injusto e voraz. Só umha luita revolucionária que procure a destruiçom do sistema e nom a sua reforma nos pode servir para inverter a situaçom e lograr romper com a actual situaçom de opressom, tanto nacional como de classe.
Essa luita deve também ir muito mais alá das palavras e da reivindicaçom de panfleto, plantejando na rua alternativas já reais para conseguirmo autogestionar a nossa vida fora do sistema. Plantamos cara ao empresariado e às classes dirigentes no nosso trabalho e no nosso âmbito, mas também plantejamos projectos e dinámicas de luita que nos fagam depender menos deles e viver de umha maneira mais consciente a nossa vida. Enfrentar-nos a eles no dia a dia é a melhor maneira de fazer-lhes frente.
Necessitamos também caminhar face a convocatória de umha greve nacional. Est cenário servirá-nos de altofalante para as nossas reivindicaçons e propostas, para deixar-lhe bem claro aos poderes actuantes que a nossa vida e a nossa dignidade nom vamos deixar que se venda nem perante miles de quartos concretados em subsídios nem perante as falsas promesas de melhora económica. A nossa luita nom é essa, a nossa luita é derrubar este sist...